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(567, 3551, '<p>ALMEIDA, Luciane Pereira de; REIS, Adriana Teixeira. Enfermagem na prática materno- neonatal. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. ISBN 978-85-277-3662-6. COSTA, Aline do Amaral Z.; ALVES, Nádia Rodrigues C.; LOPES, Juliana Mello F.; et al. Cuidado integral ao recém-nascido e à criança. Porto Alegre: SAGAH, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029897/&nbsp;</p><p>MACDONALD, Mhairi G.; SESHIA, Mary M K. Neonatologia, Fisiopatologia Tratamento do Recém-Nascido. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. Disponível em: <a href=\"https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733311/\">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733311/</a></p><p>&nbsp;</p><p>LAGO, Patricia Miranda D.; FERREIRA, Cristina T.; MELLO, Elza Daniel D.; PINTO, Leonardo A. Pediatria Baseada em Evidências. Barueri - SP: Editora Manole, 2016. E-book. 9788520447017. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520447017/&nbsp;</p><p>CARVALHO, Marcus Renato D.; GOMES, Cristiane F. Amamentação - Bases Científicas.4. ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. E-book. 9788527730846. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527730846/&nbsp;</p><p>POLIN, Richard A. Neonatologia Prática. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. E-book. 9788595156265. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595156265/&nbsp;</p><p>DEUTSCH, Alice D.; DORNAUS, Maria Fernanda P S.; WAKSMAN, Renata D. O Bebê Prematuro: Tudo o que os Pais Precisam Saber. Barueri- SP: Editora Manole, 2013. E-book. 9788520447697. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520447697/&nbsp;</p><p>SOUSA, Renata A. Administração de medicamentos e soluções em pediatria. São Paulo: Editora Saraiva, 2021. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786589965282/</p>'),
(568, 3580, '<figure class=\"table\"><table><tbody><tr><td><p>GOMES, C.E.T.; SANTOS, E.C.D. Planejamento Alimentar - Educação Nutricional nas Diversas Fases da Vida. São Paulo: Editora Saraiva, 2014. 9788536521213. Disponível em:&nbsp;<a href=\"https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521213/\">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521213/</a>&nbsp;</p><p>SOUZA, Rudson Edson Gomes D. Saúde e nutrição. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2015. Disponível em:&nbsp;<a href=\"https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522123742/\">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522123742/</a>&nbsp;</p><p>CLAUDIA, S. L. Alimentação e nutrição para o cuidado. Porto Alegre: Grupo A, 2019. 9788595027442. Disponível em:&nbsp;<a href=\"https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027442/\">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027442/</a></p><p>ROSS, A C.; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J.; TUCKER, Katherine L.;&nbsp;</p><p>ZIEGLER, Thomas R. Nutrição Moderna de Shils na Saúde e na Doença. 11. ed. Barueri - SP: Editora Manole, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520451670/pageid/4&nbsp;</p></td></tr></tbody></table></figure><p>CARDOSO, Marly A. Nutrição e Dietética. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536533544/epubcfi/6/8%5B%3Bv nd.vst.idref%3Dcopy.html%5D!/4/6/2/4/12/4/1:14%5B%20%20i%2CSto%5D</p>'),
(569, 3277, '<p>ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 9a</p><p>. ed. Rio de Janeiro: Ed. GEN. Guanabara Koogan, 2019. 576p.</p><p>&nbsp;</p><p>MURRAY, Patrick R; PFALLER, Michael A. Microbiologia médica. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier,</p><p>2014.</p><p>&nbsp;</p><p>SPOLIDORIO, Denise M. Palomari; DUQUE, Cristiane. Microbiologia e imunologia geral e odontológica.</p><p>v. 1. São Paulo: Artes Médicas, 2013.</p><p>&nbsp;</p><p>LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.</p>'),
(570, 3554, ''),
(571, 3628, '<figure class=\"table\"><table><tbody><tr><td><ol><li>Barros DD, Ghirardi MIG, Lopes RE. <i>Terapia Ocupacional: fundamentação e prática</i>. 2ª ed. São Paulo: Cortez; 2017.</li><li>Francisco, Berenice R. Terapia Ocupacional. Campinas, Papirus, 1988.</li><li>Pedroso JS, Lorenzini EA, organizadores. <i>Fundamentos de Terapia Ocupacional</i>. São Paulo: Yendis; 2008.</li><li>Kantorski LP, organizadora. <i>Terapia Ocupacional: uma abordagem crítica</i>. Porto Alegre: Moriá; 2001.</li><li>Córdoba AG, Malfitano APS, Borba PLO, Lopes RE, organizadores. <i>Documentos institucionais e normativos</i>. 1ª ed. Santiago: Editorial Universidad de Santiago de Chile; 2024.</li></ol></td></tr></tbody></table></figure><p>Mstsukura, T. S.; Salles, M. M. Cotidiano, atividade humana e ocupação, perspectivas da Terapia Ocupacional no campo da Saúde Mental. Edufscar. 1ª Ed., 2016.</p><figure class=\"table\"><table><tbody><tr><td><ol><li>Lima EMFA. <i>Processo de trabalho em Terapia Ocupacional</i>. São Paulo: Crefito; 2004.</li><li>Faria CR, Luz AMH, organizadoras. <i>Terapia Ocupacional: contextos e práticas na contemporaneidade</i>. São Paulo: Iá; 2020.</li><li>Malfitano APS, Lopes RE, Magalhães L, Townsend E. <i>Terapia Ocupacional social: abordagens, fundamentos e práticas</i>. São Paulo: Hucitec; 2014.</li><li>Lazzarotto ML, Lopes RE. <i>A prática da Terapia Ocupacional no campo social: subjetividade, ação e cidadania</i>. São Paulo: Hucitec; 2008.</li><li>Townsend EA, Polatajko HJ. <i>Enabling occupation II: advancing an occupational therapy vision for health, well-being &amp; justice through occupation</i>. Ottawa: CAOT Publications ACE; 2007.</li><li>Iwama MK. The Kawa model: culturally relevant occupational therapy. London: Elsevier Health Sciences; 2007.</li><li>Galheigo SM. A Terapia Ocupacional como prática de saúde coletiva. Rev Ter Ocup Univ São Paulo. 1998;9(1):11–7.</li></ol></td></tr></tbody></table></figure><p>&nbsp;</p>'),
(572, 3488, ''),
(573, 3324, '<p>EDUARDO, F. P.; BEZINELLI, L. M.; CORRÊA, L. <strong>Odontologia Hospitalar</strong>. 1ª ed. Barueri: Monole, 2019.</p><p>MORAIS, T. M.; SILVA, A. <strong>Fundamentos da Odontologia em Ambiente Hospitalar/UTI</strong>. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2025.</p><p>FRANCO, J. B. <strong>Odontologia Hospitalar: Gestão e protocolos Assistenciais</strong>. 1ª ed. São Paulo: Santos Publicações, 2025.</p><p>Conselho Regional de Odontologia do Mato Grosso. <strong>Manual de Odontologia Hospitalar</strong>, CRO-MT, 2020.</p><p>Conselho Regional de Odontologia do Tocantins. <strong>Manual de Odontologia Hospitalar</strong>, CRO-TO, 2020.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. <strong>Serviços Odontológicos: Prevenção e Controle de Riscos</strong>, 2006. 156p.</p><p>ANVISA. <strong>Resolução n° 7</strong>, de 24 de fevereiro de 2010, Ministério da Saúde, Brasil, 2010.</p><p>Conselho Federal de Odontologia. <strong>Código de Ética Odontológica. Resolução n° 118</strong>, de 11 de maio de 2012. Rio de Janeiro, CFO, 2012.</p><p>BRASIL. <strong>Resolução n° 466</strong>, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 13 jun. 2013</p>');






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(1797, 1501, 0, 913, 1667158811, 1667158811, 0, 'Considerações sobre o artigo: Intervenções terapêuticas em feridas tumorais. ', '<p>O artigo trás o relato de dois casos clínicos de pacientes com feridas tumorais avaliados semanalmente pelo Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Universitário de Brasília trazendo as abordagens empregadas em cada caso. Para os dois casos foram aplicadas várias formas de avaliações como a escala de estadiamento, identificados os graus de odor, realizada a avaliação da dor através da Escala Visual Analógica (EVA) e a classificação do exsudato. Essas são avaliações cruciais que devem ser feitas previamente para determinar o tipo de intervenção para cada ferida tumoral pois cada uma apresenta características específicas necessitando de atenção especializada e abordagem direcionada.</p><p>Sabendo disso fica claro que o manejo das feridas tumorais devem ser feitos por pessoas que conheçam os parâmetros para cada intervenção, o que é indicado para cada caso, o que pode ajudar e o que pode levar a piora da ferida, por isso o cuidador deve ser orientado sobre os cuidados adequados.</p><p>Nos dois casos citados no artigo os pacientes estavam sendo acompanhados em domicílio o que não é um problema se feito por  profissional capacitado ou cuidador orientado sobre as devidas intervenções, mas nos casos citados os pacientes se encontravam sob os cuidados de familiares que aparentemente não possuíam conhecimento básico das intervenções necessárias e adequadas para o caso, o que pode levar a um agravamento do quadro.</p>', 1, 0, '', 0, 0, 0, 0, 223, 1206),
(1798, 1502, 0, 914, 1667159205, 1667159205, 0, 'Considerações sobre o artigo \"Intervenções Terapêuticas em Feridas Tumorais\"', '<p></p><p>Estudo de caso desenvolvido no Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Universitário de Brasília, relata o acompanhamento e avaliação realizada em dois pacientes com feridas tumorais. Dentro das intervenções feitas por profissionais da Enfermagem especializados, foi aplicado diferentes manejos para uma melhor redução dos sinais e controle da FT, os pacientes foram avaliados individualmente e feita a caracterização de cada tipo de feriada, classificação de odor e grau da dor daqueles paciente, foi realizado inicialmente intervenções terapêuticas conforme cada caso para minimizar o desconforto, o odor, sangramento e exsudato. Sendo assim, no primeiro caso foram realizados alguns manejos que ao longo do tratamento tiveram alguns pontos negativos, observaram que a ferida apresentou algumas alterações em suas características, necessitando a mudança no cuidado, que longo após a mudança observaram-se redução do odor para grau I, da dor e diminuição do exsudato para moderada quantidade de aspecto serossanguinolento. No caso 2, o paciente realizou radioterapia e nesse momento a equipe de Enfermagem atuou ainda mais para oferecer um melhor conforto durante o seu processo de realização e assim proporcionaram diminuição do sangramento, redução da dimensão da ferida e do odor. </p><p>Nesses dois casos relata o quanto foi importante a atuação e intervenção da Enfermagem, em proporcionar o alívio dos sintomas e principalmente da dor, melhorando assim o autoestima e qualidade desses pacientes e seus familiares que tentavam proporcionar o cuidado daquela FT. </p><p></p><br />', 1, 0, '', 0, 0, 0, 0, 232, 1344),
(1799, 1503, 0, 956, 1667226405, 1667226405, 0, 'Considerações sobre o artigo “ INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS EM FERIDAS TUMORAIS”', '<p>Relata dois casos clínicos descrevendo as intervenções de enfermagem, sendo ele o primeiro que é classificada em estadiamento 4, secreção purulenta, tecido desvitalizado, edema, bordas em hiperemia e odor grau III. Trazendo os cuidados, a higiene sendo feita com Soro fisiológico 0,9%, mantendo o ferida sempre úmida, bordas com vaselina, remoção do tecido desvitalizado e para o controle do odor, metronidazol 0,8 em creme.</p><p>No caso 2 temos uma ferida sangrante, que sabemos que tem que ter uma intervenção radioterápica para o controle do sangramento. Usando a mesma forma de limpeza,aumentando o cuidado para não desencadear um sangramento maior. Carvão ativado para o controle do exudato e metronidazol 0,8%  para o controle do odor.</p>', 1, 0, '', 0, 0, 0, 0, 115, 623),
(1800, 1504, 0, 1703, 1667228510, 1667228770, 0, '3º FORUM - RAS', '<p>A implementação das RAS aponta para uma maior eficácia na produção de saúde, melhoria na eficiência da gestão do sistema de saúde no espaço regional, e contribui para o avanço do processo de efetivação do SUS. A transição entre o ideário de um sistema integrado de saúde conformado em redes e a sua concretização passam pela construção permanente nos territórios, que permita conhecer o real valor de uma proposta de inovação na organização e na gestão do sistema de saúde. Para assegurar resolutividade na rede de atenção, alguns fundamentos precisam ser considerados: economia de escala, qualidade, suficiência, acesso e disponibilidade de recursos. Conforme normatização vigente do SUS, define a organização na RAS, como estratégia para um cuidado integral e direcionado às necessidades de saúde da população. As RAS constituem-se em arranjos organizativos formados por ações e serviços de saúde com diferentes configurações tecnológicas e missões assistenciais, articulados de forma complementar e com base territorial, e têm diversos atributos, entre eles, destaca-se: a Atenção Básica estruturada como primeiro ponto de atenção e principal porta de entrada do sistema, constituída de equipe multidisciplinar que cobre toda a população, integrando, coordenando o cuidado e atendendo as necessidades de saúde das pessoas do seu território. </p><p align=\"justify\">A Atenção Básica é caracterizada como porta de entrada preferencial do SUS, possui um espaço privilegiado de gestão do cuidado das pessoas e cumpre papel estratégico na rede de atenção, servindo como base para o seu ordenamento e para a efetivação da integralidade. Para tanto, é necessário que a Atenção Básica tenha alta resolutividade, com capacidade clínica e de cuidado e incorporação de tecnologias leves, leve duras e duras (diagnósticas e terapêuticas), além da articulação da Atenção Básica com outros pontos da RAS.</p><p align=\"justify\">Os estados, municípios e o distrito federal, devem articular ações intersetoriais, assim como a organização da RAS, com ênfase nas necessidades locorregionais, promovendo a integração das referências de seu território.</p><br />', 1, 0, '', 0, 0, 0, 0, 314, 1777),


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